Se você já pesquisou sobre ativos antienvelhecimento, com certeza esbarrou nesses dois nomes parecidos: retinol e retinal. Apesar de fazerem parte da mesma família — os derivados de vitamina A —, eles não são a mesma coisa, e entender essa diferença muda bastante o resultado que você vai ter na pele.
O retinol é um dos derivados de vitamina A mais populares no skincare. Para funcionar, ele precisa passar por duas conversões dentro da pele até virar ácido retinoico, a forma que realmente atua nas células. Esse processo o torna mais suave, mas também mais lento para mostrar resultados.
O retinal, ou retinaldeído, precisa de apenas uma conversão para se tornar ácido retinoico. Isso o torna significativamente mais próximo, em eficácia, do ácido retinoico puro — mas ainda assim mais tolerável para a pele do que este último.
Se você nunca usou um derivado de vitamina A, o caminho mais seguro é começar pelo retinol, em concentrações baixas, aplicado à noite e sempre com protetor solar no dia seguinte. Já quem tem experiência com ativos e busca resultados mais visíveis em menos tempo pode considerar o retinal, sempre observando a resposta da pele nas primeiras semanas.
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